quinta-feira, 3 de setembro de 2015

O deputado provisório Silas Freire faz média com a TV Meio Norte


O estado do Piauí, definitivamente está fadado ao desrespeito e ao atraso. Tudo por culpa dos seus “representantes” no Congresso Nacional. É que este estado não tem peso político, porque aqueles que se dizem seus representantes são mal preparados e não temem serem ridicularizados. Para usar um termo bem piauiense, eles só sabem fazer eguagem. Esse termo o leitor não iniciado em piauiês se tiver curiosidade em saber do que se trata, basta consultar o dicionário de Piauiês. Eguagem, segundo esse dicionário significa: Asneiras, bobagens, tolice. É óbvio que existem algumas exceções.  São raras, mas existem.       

A propósito: o deputado federal provisório Silas Freire na semana passada prestou uma grande homenagem na Câmara Federal à TV Meio Norte, uma emissora de televisão, cuja concessão pertence ao município maranhense  de Timon e que foi transplantada para o município de Teresina, graças ao ex-deputado federal Hugo Napoleão, o autor de um projeto “escroto” que conseguiu incluir o município do Maranhão na região da Grande Teresina. O grupo Meio Norte tem outras duas concessões de rádio que pertencem ao município de Timon. Quem não se lembra das rádios Mirante AM e FM? A rádio Mirante FM depois passou a chamar-se 99,9 FM e hoje é conhecida como rádio Meio Norte FM.  

Silas Freire, pensando bem até que está certo, porque nenhuma outra emissora de Teresina lhe daria espaço para fazer um programa do tipo Mundo Cão - que não contribui em nada para o crescimento cultural e espiritual do povo piauiense. Essa emissora por sinal valoriza o grotesco, o ridículo, a bizarrice e a falta de compromisso com valores edificantes. 

Siga no  Twitter, no Facebook e no Portalaz ao blog Dom Severino

Merceditas - RENATO BORGHETTI




Siga no  Twitter, no Facebook e no Portalaz ao blog Dom Severino

O Piauí dá um bom exemplo ao país



Ligo o meu computador e acesso o Portalaz, como costumo fazer diariamente e me deparo com uma boa noticia - dando conta de uma atitude louvável do prefeito do município de Corrente, localizado no estado do Piauí.

O prefeito desse município, Jesualdo Cavalcanti Barros (PTB), apresentou à Câmara Municipal um projeto de lei que reduz o próprio salário e o da vice-prefeita pela metade. Dos R$ 12 mil reais que recebe de subsídio, o gestor receberá apenas R$ 6 mil e a vice-prefeita, de R$7 para R$ 3,5 mil.

Uma pergunta que não quer calar: o que faz um prefeito do interior do estado do Piauí para merecer um salário de marajá, num município, onde 80% ou mais da população sobrevive com minguados reais do Bolsa Família? E a vice-prefeita para não fazer nada, ganha R$ 7 mil reais. Convém salientar que vice é um cargo em perspectiva.

Embora com ressalvas, essa atitude do prefeito Jessivaldo Cavalcante tomou uma atitude que merece consideração e que deveria ser adotada por todos os prefeitos, governadores, secretários de estado, ministros e a própria presidenta.

O salário de ministros de estado, ministros do STF, STJ, TCU, CGU, desembargadores e juízes é uma verdadeira ofensa, agressão a quem sobrevive com um salário mínimo e Bolsa Família.

Não há nenhum exagero em afirmar que o Brasil é um país indecente, imoral e governado para as elites. Pobre neste país é lixo humano.


Siga no  Twitter, no Facebook e no Portalaz ao blog Dom Severino

O corrupto brasileiro vai à missa reza, comunga e se confessa religiosamente



Os corruptos vão à missa rezam, comungam e se confessam religiosamente. Os corruptos brasileiros são cínicos, dissimulados e se vem no espelho como pessoas estóicas e acima de qualquer  suspeitas. Eles se veem assim e os seus entes queridos também os veem.

Os corruptos brasileiros participam de clubes de serviços, via de regra são muito generosos ao darem gorjetas, são pródigos em dá esmolas e nas igrejas sentam-se sempre nas primeiras filas, para receber à hóstia consagrada.

Entre os corruptos brasileiros não existe nenhum que professe o ateísmo. São católicos, protestantes, espíritas kardecistas, umbandistas e neopentecostais.

O traficante Fernandinho Beira Mar se enquadra perfeitamente no perfil  do corrupto brasileiro. Corrupto é um eufemismo sacana, porque quem desvia recursos públicos é mais bandido do que um reles traficante, porque o corrupto mata no atacado, enquanto o traficante mata no varejo.

por Sebastião Nepumuceno de Andrade Sambaiba Noleto

Siga no  Twitter, no Facebook e no Portalaz ao blog Dom Severino

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Zona Franca de São Luís do Maranhão foi aprovada na comissão



Lagoa da Jansen - SLZ
A capital do Maranhão, São Luís, poderá ter uma zona franca. É o que propõe projeto aprovado nesta quarta-feira (2) pela Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR). Agora, o PLS/319/215, do senador Roberto Rocha (PSB-MA), segue para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
O projeto cria em São Luís uma área de livre comércio, de importação e exportação e de incentivos fiscais especiais, para promover o desenvolvimento econômico e a integração com o parque industrial nacional. As isenções e benefícios serão mantidos pelo prazo de 25 anos.
Segundo o projeto, ficam isentas do Imposto sobre Importação e do Imposto sobre Produtos Industrializados as mercadorias estrangeiras ou nacionais enviadas à Zona Franca de São Luís, destinadas às empresas autorizadas a operar na área. Roberto Rocha lembra que a Zona Franca de Manaus trouxe “resultados inquestionáveis” para o povo da região amazônica e serviu de exemplo para a formulação de novas políticas de desenvolvimento regional no Brasil.
Em 1989, foi criada em São Luís uma Zona de Processamento de Exportações (ZPE), que nunca foi efetivada. Para Rocha, São Luís tem as características geográficas mais apropriadas no país para a instalação de uma área de livre comércio, por ser uma ilha e pela estrutura portuária.
O senador Hélio José (PSD-DF), que leu o relatório de Davi Alcolumbre (DEM-AP) na reunião , elogiou o projeto.
— Apesar das inegáveis potencialidades de sua economia, como é o caso dos segmentos de mineração e metalurgia e de agronegócios, o estado do Maranhão carece de instrumentos para a concretização de investimentos do empresariado local, nacional e estrangeiro.