sábado, 17 de fevereiro de 2018

O MA é o quarto estado com melhor indicador de investimentos



Destaque entre os estados em melhor situação fiscal desde o início da gestão Flávio Dino, o Maranhão também ocupa lugar especial entre os entes da federação com os melhores indicadores de investimentos em 2017. Segundo levantamento do Jornal Folha de São Paulo, o Maranhão obteve o quarto maior crescimento nos investimentos entre as 27 unidades da federação.

Segundo a Folha, os bons resultados de outros estados se deram em função de ajustes que resultaram em cortes de gastos, sobretudo na redução com pagamento da folha de servidores. Já o Maranhão conseguiu manter equilíbrio fiscal sem abrir mão de ampliação de serviços públicos, inclusive com a realização de concursos públicos.

O Estado passou de R$ 874 milhões em 2016 para R$ 1.175 bilhão investido no ano seguinte, um crescimento de 26%.

Dados da Secretaria de Estado de Planejamento e Orçamento (Seplan) mostram que o Governo aumentou os investimentos com a folha de pagamento em 5,1% em 2017, enquanto a maioria dos Estados reduziu gastos no setor para equilibrar a relação entre receita e despesa.

Tudo isso foi feito mesmo com a queda nas transferências de recursos do Governo Federal. Com a crise nacional, o Estado deixou de receber mais de R$ 1 bilhão desde 2015. Ainda assim, houve ampliação de 28,9% em investimentos.

Mesmo com a queda nos repasses federais, o Estado ajustou a receita para impedir o aumento de tributos. O jornal Folha de São Paulo mostra que o Estado apresentou variação positiva com aumento de apenas 1,20% na composição de tributos, enquanto outros estados aumentaram impostos em até 30,72%.

Durante sessão solene de abertura dos trabalhos na Assembleia Legislativa, no início do mês, o governador Flávio Dino anunciou investimentos de R$ 1 bilhão em 2018, recursos que vão incrementar os R$ 2,6 bilhões já investidos em todas as áreas.

“O papel do poder público é insubstituível, como também é o da iniciativa privada: ambos se complementam. O Governo tem coerência com essa visão, de modo que garantir os investimentos públicos são vitais para que a economia funcione”, afirmou Flávio Dino no encontro com parlamentares. Fonte: Agência de notícias do estado do Maranhão

O Audiência Pública recebe Ronaldo da Mareta



Neste sábado (17), o programa Audiência Pública recebe o ex-vereador Ronaldo da Mareta, para debater assuntos de interesse da comunidade sãoraimundense e região, assim como: redução da COSIP (taxa de iluminação pública), “atos e bondades” dos membros do Poder Legislativo e Executivo e sobre a Adutora de Engate Rápido.   

No nosso meio, devido ao nosso atraso mental e intelectual, o povo brasileiro não desenvolve uma consciência crítica; não por culpa dele, evidentemente, mas por culpa do sistema que investe na ignorância das pessoas pobres, sobretudo daquelas que constam do mapa da pobreza, de modo a que elas não consigam desenvolver uma consciência crítica sobre o seu mundo circundante.

Uma consciência que não existe no universo formado por pessoas iletradas e sem nenhuma escolaridade, que não conseguem se situar no mundo que habitam e isso as tornam vulneráveis e sujeitas a todo tipo de manipulação de parte de políticos inescrupulosos, desonestos e com uma única preocupação: conquistar a cada nova eleição o voto do eleitor incauto e que mal assina o seu nome. Esses são os analfabetos funcionais. 

As pessoas semianalfabetas, por desconhecerem os seus direitos e deveres de cidadãos, costumam achar que as ações de quaisquer prefeitos são atos de bondade e de generosidade. Ledo engano de quem pensa assim, porque o prefeito de plantão foi eleito para trabalhar e defender os interesses do povo que o elegeu. E o prefeito para executar suas funções, via de regra, é muito bem remunerado. 

Construir obras de interesse público, nada mais é que a obrigação e o dever daquele que foi eleito para dirigir os destinos de uma população. Se o prefeito é eleito pelo povo para administrar os interesses daqueles que o elegeu, o povo não lhe deve nenhuma gratidão.

O programa Audiência Pública é apresentado por Dom Severino e conta com a participação do público ouvinte, que pode participar desse programa através do aplicativo WhatsApp: 98117-6609, pelo telefone fixo da emissora Rádio Serra da Capivara 3582-1497 e pelo e-mail: capivara550@yahoo.como.br  

O Audiência Pública tem como principais objetivos debater políticas públicas e promover um diálogo com a sociedade sanraimundense e com os municípios que fazem parte da macrorregião de São Raimundo Nonato.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Ednardo - Beira-Mar (Pessoal do Ceará)


Como será o nosso amanhã?





“Como será amanhã? Responda quem puder. O que irá me acontecer? O meu destino será Como Deus quiser. Como será?”. (João Sérgio)

Essa é uma pergunta muito difícil de ser respondida, uma vez que nuvens pesadas estão sobre o nosso horizonte e nós estamos em pleno ano eleitoral. Um ano que poderá representar a redenção do país ou o agravamento de uma situação já bastante complicada, tudo dependendo é claro, das nossas escolhas. Tudo depende de como o eleitor brasileiro vai se posicionar nas urnas. Se com rebeldia e de maneira radical ou se ele irá adotar o mesmo posicionamento de antes, votando nos mesmos protagonistas da nossa cena política ou em novos protagonistas ou insistindo na mesmice. 

O Brasil vive no preste momento, uma das maiores crises que este país já experimentou, porque para os jornalistas e analistas políticos, a maior de todas as crises que este país atravessa é a crise da natureza moral, uma vez que este país está mergulhado num mar de corrupção e o povo brasileiro não acredita na sua classe política, que é quem de fato comanda os nossos destinos. E para agravar ainda mais o quadro de incertezas, os dois outros poderes da república, os poderes Executivo e Judiciário também não gozam da confiança do povo brasileiro.     

A desesperança, o pessimismo e a desilusão acabam criando um caldo de cultura que contribui ainda mais para o agravamento de uma situação que a cada dia que passa se apresenta mais desesperadora. Sem que o estado brasileiro consiga combater, por exemplo, a violência institucionalizada. A crise na segurança pública que permite que o estado paralelo cresça cada vez mais e o estado oficial se sita impotente para restabelecer a ordem.   

No comando do país, nós não temos um estadista, mas um político que faz qualquer negócio para permanecer no cargo, mesmo contra a vontade da maioria expressiva da sociedade brasileira. O presidente Temer é o principal responsável pelo agravamento de uma onda de crises que ameaçam paralisar o país.