terça-feira, 25 de novembro de 2014

Colo de Menina - RASTAPÉ



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Quem levou o estado do Piauí à bancarrota?

Às vezes a situação não é tão grave como o governante que vai assumir o governo no mês de janeiro do próximo ano tenta nos convencer, para que se alguma coisa der errado no seu governo, ele possa usar como justificativa sobre uma suposta herança maldita.  

A insinceridade é uma das características do povo brasileiro, sobretudo dos políticos que estão sempre querendo tirar partido de uma situação, com o claro intuito de levar algum tipo de vantagem.  

Pra ser sincero, nenhum estado brasileiro neste momento vive uma situação confortável, no que tange as suas contas, porque o próprio governo federal vive fazendo malabarismos contábeis e apelando para a contabilidade criativa, um tipo de manipulação da realidade econômica e patrimonial. A contabilidade criativa que é uma prática recente em nosso país.

É bom que o governador Zé Filho venha a público esclarecer a real situação do estado do Piauí e atribuir responsabilidades aos responsáveis pelo endividamento do estado - que elimina completamente a sua capacidade de investimento. É que sem um esclarecimento de parte do governador em exercício, acaba prevalecendo os dados colhidos pela equipe de transição e repassados para a imprensa.


É importante dar nomes aos bois e com base em dados reais informar e esclarecer de maneira detalhada, desde quando as finanças do estado estão comprometidas e quais os governos que levaram o estado Piauí à bancarrota, falência ou insolvência.

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Tucano: "Nunca se roubou tão pouco neste país"

Ricardo Semler tem o perfil tucano padrão. Rico, 55 anos, paulista, empresário de renome, é hoje vice-presidente da Fiesp, além de CEO (executivo-chefe) e sócio majoritário da empresa Semco S/A. E não tem apenas perfil tucano; é filiado ao PSDB. E das antigas. Filiou-se quando Franco Montoro presidia o partido.

Semler tornou-se conhecido por ter implantado em sua empresa fórmulas inovadoras de gestão empresarial. Sob sua gestão, o faturamento da empresa subiu de quatro milhões de dólares em 1982 para 212 milhões de dólares em 2003.

A revista TIME elegeu o executivo paulista como um dos “100 Jovens Líderes Globais”, em 1994. O Fórum Econômico Mundial também o apontou em trabalhos semelhantes. Foi exaltado como gestor pelo Wall Street Journal – como “Empresário do Ano na América Latina”, em 1990, e “Empresário do Ano no Brasil”, em 1992.

Semler formou-se em Direito na USP e estudou Administração em Harvard. Além disso, escreveu livros que se tornaram sucesso em vendas no Brasil e exterior.

Na última sexta-feira (21), o empresário surpreendeu o país com um artigo no jornal Folha de São Paulo na linha super sincero. No texto, reconheceu que, apesar da gritaria hipócrita entoada hoje sobre corrupção – sobretudo na imprensa –, nunca se roubou tão pouco neste país.

O artigo em questão se espalhou como fogo e provocou polêmica apesar de não conter novidade. Tivesse sido escrito por um petista ou mesmo por um cidadão sem coloração partidária, teria passado batido. O que fez o texto repercutir tanto foi o fato de seu autor, declaradamente tucano, contrariar o discurso de seu partido.

O artigo de Semler gerou polêmica a partir do título: “Nunca se roubou tão pouco”. Dali em diante, sem abrir mão do discurso tucano contra o PT – de que, ao longo dos governos Lula e Dilma, houve corrupção e barbeiragens na economia –, o empresário tucano demonstrou que é possível defender as próprias bandeiras políticas e ideológicas sem cair no mau-caratismo.

O discurso de Semler em um texto literalmente antológico e que, a esta altura, quem se interessa por política com certeza já leu, se fosse entoado por Fernando Henrique Cardoso faria dele alguém que seria respeitado pela maioria, em vez de repudiado.

Infelizmente, à diferença do correligionário no PSDB, FHC se entregou à politicagem mais barata que se possa conceber, causando surtos de indignação quando se dá ao desfrute de fazer acusações de corrupção aos adversários políticos. Justamente ele, FHC…

Alguns dirão que Semler se contradiz porque reconhece que a corrupção desbragada que existia antes de o PT chegar ao Poder também existiu no governo federal de seu partido e, à diferença de hoje, não foi investigada.

Pela lógica binária, portanto, se o empresário reconhece que sob o PT a corrupção diminuiu, em vez de ter votado em Aécio Neves deveria ter votado em Dilma Rousseff. Este blogueiro, porém, entende que cada um tem o direito de votar de acordo com seus próprios interesses.

Explico: apesar de achar que os empresários brasileiros estarão mais bem-servidos por um governo que não joga nas costas do povo o preço da crise internacional, pois assim esse povo continuará movimentando a economia, Semler vive entre os ricos empresários paulistas, relaciona-se com eles, faz negócios com eles e com o resto do mundo capitalista. Por certo, não seria bem aceito em seu meio se fosse filiado ao PT, ao invés de ao PSDB.

Também dirão que Semler poderia não integrar partido algum. Mas como, se tem uma visão política tão clara e saudável como a que demonstrou em seu artigo?

Em minha visão, Semler é mais útil ao país sendo filiado ao PSDB do que ao PT. Por que? Simplesmente porque constitui uma reserva de sensatez e espírito público em uma agremiação que vem se perdendo em hipocrisia e cegueira política, ideológica e social.

Trocando em miúdos: ter gente como Semler dentro do PSDB ajuda a impedir que o partido piore ainda mais, mesmo que esse empresário provavelmente tenha pouca influência junto às hostes tucanas.

Ao ler o artigo de Semler, é quase impossível não sentir-se tentado a ser tão sincero e isento quanto ele. Aliás, sempre digo que isenção é para poucos – e sempre para os mais lúcidos e inteligentes.

Nesse aspecto, nós – blogueiro e leitores concordantes ou discordantes – que vivemos a política tão intensamente sentimos uma ponta de constrangimento porque estamos a anos-luz de sermos capazes de gesto igual ao de Semler.

Aliás, para um simpatizante ou um filiado tucano é muito mais fácil ser sincero, neste momento, do que para um equivalente petista, pois o governo recém-eleito de Dilma Rousseff está sob ameaça de golpe “paraguaio”, de modo que quem não se dá ao luxo da sinceridade de reconhecer as falhas do PT, como o empresário reconheceu as do PSDB, é porque sabe que não dá para ficar criticando o partido do governo sem ajudar aqueles que querem estuprar a democracia e jogar fora os votos de 54 milhões de eleitores.

Contudo, façamos uma concessão ao que chamo de o bom PSDB, ou seja, o PSDB que não existe mais, o PSDB daquele que Semler disse que assinou sua ficha de filiação ao partido, Franco Montoro, ou o PSDB do inesquecível Mario Covas.

Lembro-me de Montoro em 1982, lutando contra Reinaldo de Barros, candidato de Paulo Maluf ao governo de São Paulo, em um debate da campanha eleitoral para governador, naquele ano – a primeira eleição de governador após a ditadura.

O filho de Montoro André, é uma decepção. Politiqueiro, incapaz de um mísero gesto de sinceridade. Mas o pai, ah, o pai… Franco Montoro era daqueles políticos que já não se faz mais, assim como Mario Covas.

Mesmo os mais jovens devem se lembrar de Covas, em 2000, quase consumido pelo câncer interrompendo o tratamento derradeiro para apoiar Marta Suplicy contra Paulo Maluf no segundo turno da eleição para prefeito de São Paulo apesar de seu candidato, Geraldo Alckmin, ter sido derrotado no primeiro turno.

Aliás, lembro-me de Covas, na campanha a governador de São Paulo em 1998, sendo traído por FHC, que apoiou Maluf escancaradamente contra um correligionário. Quanta diferença entre Covas e FHC…
Aliás, votei em Mario Covas algumas vezes. No primeiro turno de 1989, pois então eu achava Lula “muito radical” – apesar de que votei no petista no segundo turno, contra Collor –, e quando a escolha foi entre o mesmo Covas e Maluf.

E, em 1982, é claro que votei em Montoro contra Reinaldo de Barros.

Semler resgatou o PSDB decente e social-democrata que poderia existir, mas que foi corrompido por FHC e se tornou a excrescência que é hoje. Um partido ligado à extrema-direita e povoado por ricaços insensíveis, racistas e egocêntricos.

Quanto ao PT, Semler tem lá sua dose de razão. Rendeu-se ao establishment, em grande parte. Mas enxergo que o fez porque não havia alternativa – ou melhor, havia: entregar o país a uma direita das piores que há no mundo.

Apesar de o PT ter admitido gente como um André Vargas em suas fileiras, apesar de ter apelado ao mesmo caixa 2 que o PSDB e todos os outros partidos sempre apelaram, ainda é o partido que tem a proposta mais aceitável para o país.

O que me leva a apoiar o PT tão decididamente – e estou certo de que Semler entende motivos como o meu – é que, apesar dos pesares, o partido tem uma proposta invencível: divide melhor os sacrifícios que o país tem que fazer.

Por fim, um tucano iluminar de forma tão digna e decente o país, como fez Semler, permite-me fazer uma concessão à sinceridade: talvez devamos, tucanos, petistas etc., refletir que ninguém é necessariamente bom ou mau só por ser petista, tucano, corintiano ou palmeirense. Fonte: Plantão Brasil

O artigo antológico de Ricardo Semler publicado na Folha de São Paulo de 21 de novembro de 2014

Querem queimar o filme de Alzenir Porto

Um portal de Teresina, pródigo em querer induzir o governador eleito Wellington Dias ao erro ao sugerir alguns nomes para compor o futuro secretariado do terceiro governo do Partido dos Trabalhadores (PT) no estado do Piauí, investe agora na queimação do filme da segunda suplente do senador Elmano Férrer, a advogada e empresaria Alzenir Porto (PTB), dando como certa a sua ida para o DETRAN - ao mesmo tempo em que insinua que existe um grupo dentro do PT que é contra a indicação dessa petebista para um órgão que é considerado uma verdadeira mina de ouro. Uma lugar que é quase sempre reservado para operadores do sistema vigente, alguém da maior confiança do chefe do Poder Executivo estadual.

“Alzenir Porto, que é natural do município de Santa Quitéria, no Baixo Parnaíba maranhense, dirigiu a Strans (Superintendência de Trânsito) ao tempo em que Elmano Férrer foi prefeito de Teresina e seu rendimento foi considerado "muito bom" por dirigentes o PTB e até por setores da sociedade”. Quando um jornalista piauiense destaca parte da biografia de uma personalidade que não nasceu no estado do Piauí, é porque ele está estimulado o bairrismo. Um sentimento muito presente no povo piauiense. É óbvio que toda regra tem exceção. No Piauí existem jornalistas de espírito, pessoas que valorizam o seu humano pela sua capacidade intelectual e não pela sua naturalidade. Essas são as almas superiores.  

O presidente da OAB nacional que o estado do Piauí insiste em que quer adotá-la, nunca foi apresentado pela imprensa piauiense como sendo maranhense. Foi preciso à revista VEJA ao entrevistá-lo nas páginas amarelas dizer que Marcus Vinicius Furtado Coelho nasceu no estado do Maranhão, mais precisamente no município de Brejo Paraibano, onde também nasceram o humorista e diretor do teatro da Assembléia Legislativa do Piauí (ALEPI) Zé Filho e o deputado estadual eleito Ribamar Santana (Zé Santana).

No estado do Piauí, o maranhense para se dar bem tem que esconder a sua naturalidade. O que não ocorre no estado do Maranhão, onde o piauiense é tratado como um irmão e é sempre muito valorizado. Coisa de gente superior. 

Eu particularmente gosto muito do estado do Piauí e na medida do possível trabalho no sentido de valorizar tudo que é piauiense, mas eu nunca vou ser piauiense, porque na minha carteira de identidade diz que a minha naturalidade é maranhense. Eu tenho um filha e uma esposa piauienses, mas eu sou maranhense.

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Um estado acéfalo e quebrado

A situação administrativa e financeira do estado do Piauí pode ser classificada como critica, haja vista, a paralisação de algumas áreas do governo, por falta de recursos e a falta de animo das autoridades de um governo que vive os seus estertores.

Uma situação já bastante grave tende a ficar mais grave ainda, tendo em vista a decisão de algumas categorias de declarar greve por tempo indeterminado, após o governo tomar a decisão de não cumprir o pagamento de uma parcela do reajuste de salários reescalonados no governo passado.

Sem dinheiro para pagar o fornecimento de combustível, as viaturas das policias civil e militar estão paradas nos pátios das delegacias e quartéis. 

As escolas de tempo integral na capital e no interior do estado estão paralisando as suas atividades, devido a falta de alimentos para os alunos e professores.  

A violência explodiu nos últimos meses, haja vista, as condições precárias de funcionamento das delegacias de policia, por causa da falta de dinheiro para a aquisição de material de expediente e para a compra de peças re reposição dos veículos e gasolina.

Não há exagero em afirmar que a situação do estado do Piauí é de extrema gravidade. Uma situação caótica. 

A propósito: o governador eleito Wellington Dias vai receber uma herança maldita, um estado acéfalo e quebrado - o que poderá comprometer o seu governo.

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segunda-feira, 24 de novembro de 2014

CAMISA DE VÊNUS - álbum completo 1983



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O médico Danilo Negreiros fala sobre Labirintite

O médico otorrinolaringologista, Dr. Danilo de Negreiros Freitas falou sobre Labirintite.

O Labirinto é o órgão responsável pelo equilíbrio do corpo, fazendo parte do sistema vestibular. Fica localizado na porção mais interna do ouvido. Os sintomas que compõem a doença popularmente conhecida com "Labirintite" são tontura do tipo giratória (vertigem) ou do tipo que provoca instabilidade, atordoamento e visão embaçada. Eles podem vir acompanhados de vômitos, náuseas, perda auditiva, sudorese, taquicardia, sensação de desmaios e zumbido.

Outras doenças e até o uso de certos medicamentos podem afetar também o sistema vestibular, causando tontura e falta de equilíbrio corporal. Embora seja mais raro, a origem dessa tontura também pode ser visual, neurológica ou psicológica.

O paciente deve descrever o seu histórico clínico ao médico e passar por alguns exames para uma investigação mais detalhada. O tratamento clínico geralmente traz bons resultados. Sendo assim, a melhor conduta é procurar o otorrinolaringologista assim que os sintomas iniciem.


ATENDIMENTO EM SÃO RAIMUNDO NONATO

LOCAL: Espaço Saúde, Av. João Menezes, 601 – Centro
AGENDAMENTO: (89) 3582-2098


Miley Cyrus - Wrecking Ball



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Promovido ao lugar de incompetência

Comenta-se a boca pequena nas bancas de jornal da Praça João Luiz Ferreira, que o ‘obreiro’ Gessivaldo Isaías vai ser convidado pelo governador eleito de Wellington Dias para ser o seu secretário de planejamento. Só pode ser piada. 

O almirante da Marinha Brasileira José Celso de Macedo Soares Guimarães no seu livro “Temos pressa” se refere à promoção de certas pessoas para lugares de incompetência, ou seja, para assumirem postos na iniciativa privada ou setor público - para os quais essas pessoas não tem o devido preparo.

Ao reler esse livro, me veio logo à mente as especulações sobre nomes que poderão vir a ocupar cargos importantes no futuro governo de Wellington Dias, como o do 'obreiro' Gessivaldo Isaías, um nome sem biografia e sem nenhum curso de nível superior ou técnico que o credencie a ocupar um cargo no primeiro escalão do futuro governo do Partido dos Trabalhadores (PT). Pode até ser que ele tenha um curso superior, mas no Google ele só aparece como obreiro de uma igreja neopentencostal e suplente de deputado estadual.

O deputado federal eleito capitão Fábio Abreu, esse pelo menos é um policial militar, sem experiência administrativa é verdade, mas com uma larga experiência operacional, o que de certo modo lhe favorece caso seja escolhido para assumir a secretaria de Segurança do estado do Piauí, para que o governo Wellington Dias 'acomode' o suplente de deputado federal Silas Freire que vive fazendo pressão em cima do futuro governador para assumir provisoriamente o mandato.

Para assumir um mandato na Assembléia Legislativa, na Câmara Federal ou no Senado, não existe a exigência de um diploma universitário, mas, para que um sujeito assuma uma secretaria ou um ministério, ter um curso superior com mestrado e doutorado, com certeza valoriza o pretendente ao cargo e a secretaria ou ministério.  Um curso de nível superior e de preferência feito numa universidade de prestígio nacional recomenda o pretendente.  

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A poesia segundo Jaime Manoel Rodrigues Rosa

Mulher ingrata

A fidalguia o que preza
O teu orgulho o que importa
Se o ouro me fecha a porta
A glória me estende a mão
Eu quero antes ser filho
Das musas da natureza
Que ter por mãe a riqueza
Que ter por pai o brasão.

Sim, eu não troco, de certo,
Por teu tesouro fulgente
Uma só nota dolente
Da lira do coração
Hei de tornar-te brilhante
Em tua face corada
Eu tenho a minha inundada
Nas chamas da inspiração.

Bem sei mulher, bem conheço
Que fui um louco em fitar-te
Mais louco ainda em amar-te
Sem consultar a razão.
Aquelas doces promessas
Que m teu olhos eu lia,
Não eram mais que ironia
Não eram mais que ilusão.

Se passas indiferente
Por sobre os fundos pesares,
Tens n´alma os gelos polares
Em vez da luz do equador.
A bela Venus De Mille
Pinta te braço de artista,
A natureza egoísta
Negro fluido 0 amor!

Não julgues que teu futuro
Seja constante de rosas
As nuvens tempestuosas
Também toldam os céus azuis.  
No esclarecer do destino,
Da sorte na luta rude,
Só brilha quem tem  virtude,
Só vence quem fita a luz.

Não rias, que isto é loucura,
Não zombes de um desgraçado
Que por não ter um passado
Pode um porvir aspirar;
Não rias, que a existência,
Às vezes, num drama infindo,
Quem abre a cona sorrindo
Encerra o ato a chorar.  

Bem sei que tu me desprezas,
Bem sei que tu me escarneces,
Que zomba das minhas preces
Com ostensivo desdém.
Mas não suponhas nem creias
Que este rigor me consome,
Pois mesmo pobre sem nome
Sei desprezar-te também.

Jaime Manoel Rodrigues Rosa nasceu no ano de 1888 e faleceu em 1912, aos 24 anos de idade. Jaime Manoel foi considerado um dos mais célebres poetas do sei tempo. Este verso que segue foi recolhido pelo poeta, escritor, ensaísta e cordelista João  Bosco Silva, o organizador do livro Romanceiro dos Versejadores e Repentistas de Jenipapeiro. Em tempo: João Bosco Silva é o autor do hino do município de Francisco Santos (PI) e funcionário aposentado do BNB.

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