quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Vereadores e deputados organizam plenária em apoio a Dilma


O Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), juntamente com Partido dos Trabalhadores (PT) realizaram hoje pela manhã na Associação Industrial do Piauí (AIP), uma plenária que contou com a
participação de deputados, vereadores e lideranças do PTB, PP, PSC e PHS. Partidos que apoiam Dilma Rousseff desde o primeiro turno.

O espaço reservado para a realização de dessa plenária ficou pequeno para uma multidão que lá compareceu para apoiar esse movimento suprapartidário de apoio à candidatura de Dilma Rousseff. O governador eleito Wellington Dias foi obrigado a discursar na porta de entrada dessa entidade, porque uma multidão tomava conta do recinto.

A vereadora Graça Amorim se destacou nesse evento pela sua disposição em defender uma causa e a candidatura à reeleição da presidenta Dilma Rousseff. O deputado estadual reeleito Hélio Isaías (PTB), também discursou nesse evento que reuniu centenas de pessoas comprometidas com uma candidatura que tem nas mulheres, nos negros e nos pobres a sua grande força. Foi bonita a festa pá!

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IBIS BACABAL é o primeiro hotel de bandeira internacional na cidade

Empreendimento da empresa Almeida Maranhão eleva o nome de Bacabal internacionalmente 
Foto: Baiano Cuxá
A inauguração de um hotel da bandeira Ibis na cidade de Bacabal, em parceria com a empresa Almeida Maranhão, está sendo destaque no site do Accorum grupo de serviços da França presente nos ramos de hotelaria, agências de viagens e restauração e gestão de cassinos. Em 2014, Accor contava com 3.762 hotéis cadastrados.

A nova construção, localizada no centro comercial da cidade, conta com 84 apartamentos.

Segundo o diretor de Operações da Família Ibis na América do Sul, Franck Pruvost, “desde 2012, Bacabal tem despontado no Maranhão como o centro de compras da região do Médio Mearim, o que aumentou seu poder econômico e gerou a demanda de hotéis de qualidade. O novo Ibis vai oferecer às pessoas que viajam a compras ou lazer a Bacabal uma estada de nível internacional a preços acessíveis”.

Os apartamentos do novo empreendimento são equipados com ar-condicionado, wi-fi gratuito (também nas áreas comuns), televisores de tela plana com canais a cabo, frigobar, cofre e telefone.

Os serviços operam em escala 24/7 como a recepção e o bar. O Ibis Bacabal já abre com o novo conceito de restaurante da marca, o Ibis Kitchen. Hóspedes também podem usufruir da exclusiva cama Sweet Bed by Ibis, projetada pela equipe de inovação da Accor. Além disso, o Ibis Bacabal conta com o serviço Contato 15 Minutos, em que podem reportar qualquer problema e obter a solução em 15 minutos, independente do horário da ocorrência. Fonte: blog Maranhão Maravilha

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Di Melo - 1975 - Full Album



Di Melo, pernambucano, chegou em São Paulo nos fins dos anos 60 quando começou a tocar na noite paulistana. Em 1975, suas músicas são lançadas pela EMI-Odeon no disco que leva seu nome, e conta com as participações deHermeto Pascoal e de Heraldo do Monte. O álbum Di Melo teve canções de sucesso, como Kilariô, A Vida em Seus Métodos Diz Calma e Se o mundo Acabasse em Mel.
Na década de 90, as músicas do álbum de 75 voltam a tocar nas pistas, a redescoberta de seu trabalho se dá através de DJs ingleses quando a música A Vida em Seus Métodos Diz Calma aparece na coletânea "Blue Brazil 2" da BlueNote.

Considerado um dos artistas que mais próximo chegou a uma linguagem soul nacional, Di Melo nos brinda com muita desenvoltura, originalidade e apuro musical. Além do disco de 75, estima-se hoje que o cantor/compositor possua mais de 400 músicas inéditas criadas ao longo dos últimos 35 anos.

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Os tucanos piauienses são pragmáticos ao extremo

"Não digo que é impossível", diz o deputado estadual Mardem Menezes sobre a possibilidade do PSDB vir a apoiar o governo de Wellington Dias.

Impossível é uma palavra que não consta no dicionário do 'presidente rainha' do PSDB, Mardem Menezes que em entrevista a um site local, disse que não é impossível o seu partido vir a apoiar o governador Wellington Dias no próximo governo.

Os tucanos piauienses são obcecados por cargos e mandatos provisórios na Assembléia Legislativa. Eles só fazem oposição com o fito de obrigar o governo, de qualquer governo a negociar com a cúpula do partido e fazer com que tucanos na décima e décima primeira suplências assumam cadeiras no Poder Legislativo.

Dentro do Partido dos Trabalhadores (PT) o PSDB conseguiu montar uma cabeça de ponte, o ex-tucano e petista da undécima hora, o deputado Fábio Novo que embora seja filiado ao PT, andava sempre com Wilson Martins (também um ex-tucano) a tiracolo, porque sabia que para atingir os seus objetivos, contar com o apoio do governador ou ex- governador era fundamental.

O PT não precisa buscar o apoio do PSDB para conquistar maioria na Assembléia Legislativa. Para que o seu governo consiga os votos necessários para aprovar os projetos de interesses do povo, basta eleger o deputado estadual Zé Santana (foto), um parlamentar de primeiro mandato, sem os vícios e a sede de poder de Temístocles Filho. Um deputado também do PMDB que a nível nacional deverá continuar na base aliada do futuro governo de Dilma Rousseff e Michel Temer.

Um governo com a votação que teve Wellington Dias elege o presidente do Poder Legislativo e ainda com mais facilidade se o seu candidato for do PMDB, no caos do deputado Zé Santana.

Wellington Dias, repito, não precisa do PSDB, o arquirrival do seu partido.
  
Cabe aqui uma ligeira explicação sobre o termo ‘presidente rainha’ criado por mim para explicar o presidente estadual do PSDB. Presidente rainha é aquele que à moda inglesa, reina, mas não governa, pois quem de fato manda no PSDB piauiense são as famílias Silveira, Paulo e Mendes.    

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Presidente do PDT no segundo turno apoia Dilma


Nesta semana, o presidente do PDT no Maranhão, Julião Amin, manifestou apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff. Em nota, divulgada nas redes sociais, Amin pediu a todos que colaborassem com a candidatura da petista:

Eu, como presidente do partido no Maranhão, também congrego com a reeleição da candidata (Dilma Rousseff). As militâncias de esquerda e o Estado mais uma vez estão aqui para lhe apoiar e levá-la a vitória neste segundo turno. Peço a todos, que votaram e acreditaram em mim na campanha a deputado federal, fiquem ao lado da presidente Dilma e votem no número 13, no próximo domingo, dia 26 de outubro – disse na rede social Facebook.

A decisão do pedetista foi em decorrência de grande parte da militância do partido ter declarado apoio, na semana passada, à presidente. Para Amin é importante este momento de apoio à reeleição de Dilma para que ela possa dar continuidade aos programas sociais do Governo Federal. do blog do Marco D`EÇA

No Piauí o PDT deverá seguir o mesmo caminho

Com a perspectiva de vitoria da presidenta Dilma Rousseff no segundo turno, partidos ‘nanicos e parasitas’ como o PDT e o PC do B que sempre se beneficiaram e se locupletaram no poder sob os governos petistas, estão fazendo o caminho de volta, numa tentativa desesperada de salvação. A propósito: O IAPEP deverá passar por uma profunda, ampla e irrestrita auditoria. Eu estarei aqui na ‘trincheira’ para cobrar essa investigação. (Dom Severino)   

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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Depoimento de um ex-tucano convertido ao petismo

Por que eu mudei – O depoimento de um tucano nato que bateu asas e deixou seu ninho

Por Rafael Cardone, no Facebook, editado por PB

Como quase todo mundo da minha geração que cresceu em Alphaville, subúrbio nobre de São Paulo, eu sempre fui tucano. Na infância, tive uma vida mais que confortável e desde cedo soube, por meus pais, que era um privilegiado.

Em 2002, Lula foi eleito a contragosto meu e de todos à minha volta. Eu tinha 15 anos e ouvi o anúncio de catástrofes que nunca vieram.
Quando surgiu o escândalo do “mensalão”, em 2005, torci por um impeachment, que, para a minha frustração, não veio. Na época, cheguei a sentir raiva do PSDB por não fazer a oposição que eu achava necessária.

Achava que os tucanos eram fracos por também terem o rabo preso, mas só queria criticar o partido adversário. Eu não tinha esquecido dos escândalos da era FHC, que, como aquele, não tinham sido comprovados.

Lembro-me das zoeiras semanais do Casseta & Planeta, que me faziam crer que a corrupção era um mal endêmico da política brasileira.

Na faculdade, lá por 2006, queixava-me do PT por não fazer “as mudanças estruturais necessárias” – fossem lá quais mudanças estruturais o editorialista do Estadão julgasse necessárias.

O bom desempenho econômico e social, eu repetia, era resultado do boom das commodities e da estabilização conquistada com o Plano Real.

Em 2007, entrei no mercado financeiro, onde o Lula era demonizado, e em 2008 veio a crise econômica mundial. Os que se lembravam das crises pregressas trombeteavam o caos – aquela era a maior desde 1929!

Mas, de fato, a tempestade não veio, e eu comecei a desconfiar que aquele governo estava fazendo algo bem feito e contrário ao que propunham a mídia e meus colegas de trabalho.

Hoje entendo que, com o ingresso de milhões de brasileiros no mercado consumidor, o país já tinha estofo para adotar uma política anticíclica e suportar a crise mundial. Na época, porém, parecia-me que era sorte ou mera coincidência.

Cercado pelo discurso antipetista, eu duvidava dos números e desqualificava os avanços sociais. Na minha vida, afinal, nada mudara.

Na verdade, com Lula ou FHC eu teria estudado em colégio particular, entrado em uma boa universidade, arrumado estágio no banco e emprego em uma multinacional, independentemente de qualquer grande esforço pessoal.

Claro que eu gostava da ideia de que os pobres pudessem estudar, arrumar emprego e ganhar mais. Mas não sabia isso estava acontecendo, pois as notícias que chegavam para mim eram somente as negativas.

Sim, ouvia falar dos milhões beneficiados pelo Bolsa Família, o Luz Para Todos, o ProUni, o Minha Casa Minha Vida.

Porém, só me dei conta da mudança quando notei, pela primeira vez, que o que o governo tinha feito impactara a minha vida.

De repente, meu pai não conseguia contratar outra empregada. Elas não queriam mais dormir em casa, exigiam carteira assinada e salário de pelo menos mil reais.

Então, mesmo sem que me mostrassem, eu entendi que o governo, longe de ser perfeito, era melhor do que diziam no banco ou do que eu lia no jornal.

Tenho certeza que vivo atualmente num país muito melhor do que vivia no passado. E não preciso de estatística para saber disso, porque basta olhar para o lado.

Meus amigos e eu estamos empregados, algo que, na minha adolescência, não era uma ideia assim tão certa, mesmo para os privilegiados.

Lembro-me de um país em que o pobre não faria faculdade nem seria meu colega de trabalho. Óbvio que ainda tenho as vantagens de ter nascido na família em que eu nasci, porém mais gente tem oportunidades parecidas com as minhas.

O curioso é que toda essa mudança aconteceu sem que piorasse a minha vida ou de gente como eu. É estarrecedor ver meus amigos dizerem que o Brasil vai virar Cuba como se as suas vantagens tivessem sido suprimidas.

Eles ainda viajam para Europa, têm casa em Angra e Campos do Jordão, inclusive com empregados. Anunciam o apocalipse, mas são incapazes de apontar o menor presságio do fim do mundo em suas vidas.

A diferença é que agora o país não é só de Alphaville, mas de muito mais gente. Impossível não achar que isso é egoísmo; o desespero por manter os privilégios, ainda que a perspectiva de perdê-los sequer esteja no horizonte.

Ou isso ou falta de vontade de pensar por conta própria. Não, amigos, eu não estou louco. O país melhorou.

Se não deixou de ser corrupto, os escândalos são investigados e existe ao menos a perspectiva de políticos e banqueiros serem condenados – coisa que, nos anos 90, o Casseta me ensinou ser impossível.

Sim, ainda há muito a melhorar. Da minha parte, pelo menos, já sei o que quero. Quero um partido que não acene para a Bolsa, para Moody’s ou para o FMI.

Quero um governo que não privatize o patrimônio público e enfraqueça os bancos estatais. Que, quando a economia entra em crise, não eleva os juros, não corta o gasto público e não espera a recessão.

Pois quem sempre chamou o Bolsa Família de compra de votos não sabe o que é assistência social. Quem sempre criticou as cotas não sabe o que é ação afirmativa.

E quem agora vem apresentar seu candidato como bom pai de família não sabe o que é respeitar as mulheres nem as minorias.
Sei que se o Aécio for eleito eu vou continuar tendo uma vida tão boa quanto a que tenho hoje. Mas eu não quero uma vida melhor para mim; quero uma vida melhor para todo mundo.

No fim das contas, acho que nesses 12 anos, enquanto eu cresci, aprendi duas coisas importantes: a não acreditar em tudo sai na Folha ou que diz o Estadão e a não esperar da Dilma ou do Aécio que governem para mim.

Faço um apelo para esses dias que antecedem a eleição. Olhe ao redor e veja se piorou a sua vida ou a das pessoas que você mais gosta; procure saber se melhorou a vida dos mais pobres, de quem mais precisa do Estado.

Então, decida seu voto com a cabeça e o coração – e, se possível, sem a ajuda do oligopólio de famílias que controlam a mídia e têm pavor de qualquer abalo na estrutura que as sustentam.

Amo minha família e meus amigos, mesmo os muitos que talvez para sempre vão votar no PSDB. com viomundo

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FIRMINO, PAULO: “No primeiro turno trabalhamos mais por Zé Filho do que por Aécio”

“No primeiro turno trabalhamos mais por Zé Filho do que por Aécio Neves”.  Com essa frase, o deputado estadual eleito, Firmino Paulo, tentou justificar hoje o fraco desempenho de Aécio Neves no primeiro turno da eleição presidencial no estado do Piauí, o que deverá se repetir no segundo turno.

O PSDB escalou como porta voz da campanha de Aécio Neves no segundo turno no estado do Piauí um deputado eleito em 2014. Um marinheiro de primeira viagem e que, diante das câmeras de televisão, tartamudeia muito e não consegue articular e completar um raciocínio.

Firmino Paulo falou o tempo todo de mudança na entrevista para a TV Cidade Verde, numa capital, onde o seu partido está no poder há mais de um quarto de século (25 anos). Esse posicionamento de Firmino Paulo reforça a tese de que mudança só serve para os outros, ou seja, para o PT, porque além de Teresina, o PSDB está a quase três décadas no governo do estado de São Paulo e a mais de duas décadas no estado de Minas Gerais.  

Os tucanos jogaram Firmino Paulo numa fogueira de onde ele saiu bastante chamuscado. É que ele não tem o preparo e a experiência necessária para assumir um papel de liderança. Isso não se faz com quem está dando os primeiros na política. 

Se depender de Firmino Paulo, o  candidato Aécio Neves sofrerá outra humilhante derrota no estado do Piauí. O deputado provisório Deusimar Tererê teria se saído muito melhor nesse papel.


Firmino Paulo, o sobrinho do prefeito Firmino Filho

Em TemPO:


A boataria já é grande pelos corredores da prefeitura de Teresina que Firmino Filho já está preparando o seu sobrinho para sucedê-lo em 2016. Gora falta combinar com o eleitor de Teresina e com a vereadora Graça Amorim, um nome forte dentro o PTB.  
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Dilma resiste bravamente ao bombardeio de Aécio e avança

O Mar Vermelho
As denuncias de corrupções feitas sistematicamente por Aécio Neves não produziram os efeitos desejados pelo comando de campanha do senador mineiro. É que Dilma Rousseff mesmo sofrendo toda essa pancadaria de Aécio e Marina no segundo turno, ao invés de cair ela subiu.  
Nova pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (22) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República: Dilma aparece com 52% e Aécio 48%.
Votos totais

Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são: Dilma Rousseff (PT) 47%, Aécio Neves (PSDB) 43%.

Otimismo com a economia ajuda Dilma

Os últimos dados da economia que sugerem que os preços vão recuar e conseqüentemente fazer a inflação voltar para dentro da meta ajudam Dilma Rousseff  na reta final da campanha. Os pessimistas de plantão e os apostadores no quanto pior melhor, colocaram todas as suas fichas no cavalo errado.

Em TemPO:

A grande força do PT reside na sua militância, o que o PSDB não tem. 

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Como se Fosse a Primavera - CHICO BUARQUE



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Os comunistas piauienses abandonaram Aécio Neves

O governador Zé Filho (PMDB) e o comunista Osmar Junior  

Os comunistas piauienses comandados pelo deputado federal Osmar Júnior (PCdoB-PI) que no primeiro turno da eleição presidencial apoiaram inicialmente o candidato do PSB e com o desmoronamento de Marina Silva passaram a apoiar o tucano Aécio Neves, após a primeira rodada de pesquisa para o segundo turno que aponta vitória de Dilma Rousseff já se bandearam para o lado da candidata do Partido dos Trabalhadores (PT). No estado do Maranhão, o comandante do PC do B, o governador eleito Flávio Dino não declarou apoio a nenhum dos dois candidatos, mas liberou a sua tropa para um grupo apoiar Dilma e outro Aécio. É o típico caso de se escorregar as mãos fica preso pelos pés. Esses são os políticos espertos. Dá um tempo malandragem!


Na eleição estadual o PC do B apoiou o peemedebista Zé Filho que apoiava Marina Silva e Aécio Neves eque mantém o seu apoio ao tucano.


Os comunistas e socialistas são solidários

Como o PC do B no estado do Piauí não conseguiu eleger ninguém e caso os seus militantes não consigam uma sinecura num eventual governo Dilma Rousseff, certamente conseguirão uma boquinha no governo do companheiro Flávio Dino. A propósito: a prefeitura de Timon está cheia de pernambucanos e cearenses que foram recomendados pelos caciques do PSB pernambucano e cearense. E o mais importante: os estrangeiros em Timon ocupam cargos bem remunerados e importantes.      

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